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    <title>Neurolab</title>
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      <title>Ativação de Receptores GluN2A são essenciais para a neuroproteção induzida pela inibição de GlyT1</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="mcao" title="mcao" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/MCAO.webp?1731943113" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás investigaram a inibição do transportador de glicina tipo 1 (GlyT1) como uma abordagem terapêutica para o tratamento do acidente vascular cerebral isquêmico (AVCI). Utilizando o modelo de oclusão permanente da artéria cerebral média (MCAO), o estudo avaliou o potencial do NFPS, um inibidor de GlyT1, para oferecer proteção cerebral de forma eficaz.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; line-height: normal; border: none; padding: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #002060;"&gt;Figura 1. A imagem mostra cortes do cérebro de camundongos que passaram por um experimento de AVC, onde diferentes doses do composto NFPS foram testadas para avaliar seu efeito protetor. Em comparação com o grupo que sofreu AVC sem tratamento, os animais tratados com NFPS apresentam menor área de dano cerebral e melhora em testes motores, como o uso das patas e a resposta motora. Esses achados sugerem que o NFPS pode reduzir o dano cerebral e melhorar a recuperação funcional após um AVC.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; border: none; padding: 0cm;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/mcao2.png" alt="mcao2" width="1070" height="1060" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Os resultados indicaram que o NFPS reduziu o tamanho do infarto cerebral e melhorou as funções motoras de maneira dose-dependente. O mecanismo de ação identificado envolve o aumento da glicina no espaço sináptico, ativando receptores NMDA, que promovem a plasticidade sináptica e a sobrevivência neuronal, principalmente através da subunidade GluN2A.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;A inovação deste trabalho está no foco na subunidade GluN2A, em contraste com estudos anteriores que associavam a inibição de GlyT1 principalmente à redução da atividade dos receptores GluN2B, ligados à excitotoxicidade. O presente estudo revela que o GlyT1 não apenas atenua os efeitos prejudiciais da excitotoxicidade, mas também estimula diretamente vias de sinalização de sobrevivência. Essa mudança de perspectiva abre caminho para terapias mais seletivas, priorizando o fortalecimento das vias de sobrevivência celular ao invés de apenas minimizar o dano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;As perspectivas futuras incluem o refinamento dessa abordagem para aumentar a eficácia terapêutica e explorar sua aplicação em outras condições em que a excitotoxicidade e o desequilíbrio de subunidades de receptores NMDA estejam presentes. O estudo também propõe expandir a investigação para compreender melhor como a inibição de GlyT1 pode ser ajustada para otimizar a ativação das vias de neuroproteção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Ao aplicar essas descobertas ao tratamento de AVCI, a expectativa é que essa linha de pesquisa possa resultar em terapias mais seletivas e eficazes, aumentando a recuperação funcional dos pacientes e reduzindo as sequelas. Com isso, o estudo oferece uma nova abordagem com potencial para impactar positivamente a vida de milhares de pessoas afetadas pelo AVCI.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 12:22:26 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/186206-ativacao-de-receptores-glun2a-sao-essenciais-para-a-neuroprotecao-induzida-pela-inibicao-de-glyt1</link>
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      <title>Estudo em Modelos Animais Revela que a Inibição do GlyT1 Pode Proteger o Cérebro no Contexto da Doença de Alzheimer</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="nfps" title="nfps" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/AD_-_NFPS.webp?1729531724" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Pesquisadores do Neurolab da Universidade Federal de Goiás (UFG), sob a coordenação do Prof. Dr. Mauro Cunha Xavier Pinto, em colaboração com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), divulgaram descobertas promissoras em um estudo sobre a doença de Alzheimer, publicado na revista &lt;em&gt;Neurochemical Research&lt;/em&gt;. O estudo, realizado em modelos animais, revela que a inibição do transportador de glicina tipo 1 (GlyT1) pode prevenir danos cerebrais e déficits de memória associados ao acúmulo de beta-amiloide, um dos principais marcadores da doença.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Os resultados mostraram que o tratamento com o inibidor de GlyT1, NFPS, administrado antes da introdução de beta-amiloide em modelos murinos, preservou a memória de curto e longo prazo, reduziu a inflamação cerebral e evitou a perda de sinapses no hipocampo. Isso foi avaliado por meio de testes comportamentais e análises histológicas, sugerindo que a inibição de GlyT1 pode ser uma estratégia neuroprotetora eficaz em modelos animais da doença de Alzheimer.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Além disso, o estudo destacou mudanças significativas na expressão de proteínas e nas vias de sinalização no hipocampo dos animais tratados. A análise proteômica apontou um aumento na plasticidade sináptica e na atividade das vias de sinalização associadas à sobrevivência neuronal, como o receptor de BDNF-TrkB e a via mTOR. Essas alterações favorecem a manutenção da comunicação sináptica e a neuroproteção nos estágios iniciais da doença de Alzheimer nos modelos estudados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;O impacto social dessa descoberta é relevante, já que o Alzheimer afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo, comprometendo a memória e a qualidade de vida dos pacientes e de seus cuidadores. A inibição de GlyT1, embora estudada em modelos animais, surge como uma abordagem promissora para o desenvolvimento de novas terapias, oferecendo esperança de intervenções mais eficazes no combate à doença.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;A pesquisa foi apoiada por agências de fomento como FAPEG, CAPES, CNPq e FAPESP, reforçando o compromisso do Neurolab da UFG em desenvolver soluções inovadoras para a saúde pública e contribuir para o avanço do conhecimento científico sobre o Alzheimer.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Oliveira-Lima OC, de Carvalho GA, do Prado Assunção L, Bailão AM, Ulrich H, Marques BL, de Oliveira ACP, Gomez RS, Pinto MCX. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;GlyT1 Inhibition by NFPS Promotes Neuroprotection in Amyloid-β&lt;/em&gt;&lt;em&gt;-Induced Alzheimer's Disease Animal Model. Neurochem Res. 2024 Sep;49(9):2535-2555. doi: 10.1007/s11064-024-04190-0.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 14:37:49 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/185430-estudo-em-modelos-animais-revela-que-a-inibicao-do-glyt1-pode-proteger-o-cerebro-no-contexto-da-doenca-de-alzheimer</link>
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      <title>Pesquisa aponta novo caminho para proteger o cérebro em casos de Doença de Parkinson</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Parkinson" title="Parkinson" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/Doen%C3%A7a_de_parkinson.webp?1729531753" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Pesquisadores do Neurolab da Universidade Federal de Goiás (UFG), sob a coordenação do Prof. Dr. Mauro Cunha Xavier Pinto, em parceria com outras instituições brasileiras, publicaram na revista &lt;em&gt;Neuroscience Letters&lt;/em&gt; um estudo inovador sobre o potencial neuroprotetor do composto NFPS. O Neurolab, reconhecido por suas pesquisas em neuroquímica e neurofarmacologia, investigou o uso da inibição do transportador de glicina tipo 1 (GlyT1) como uma estratégia para proteger o estriado cerebral, uma área crítica para o controle motor e cognitivo, frequentemente danificada em doenças como Parkinson e Huntington.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O estudo demonstrou que o pré-tratamento com NFPS reduziu a degeneração neuronal e melhorou a função motora em modelos animais, preservando os neurônios do estriado e modulando a expressão dos receptores NMDA. Esses resultados indicam que o GlyT1 pode ser uma via terapêutica promissora, especialmente ao lidar com a excitotoxicidade, um mecanismo de lesão comum em diversas doenças neurodegenerativas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O foco do Neurolab é desenvolver soluções que possam ser traduzidas em terapias acessíveis e eficazes para melhorar a qualidade de vida de pacientes com doenças neurodegenerativas. Ao explorar abordagens inovadoras para a neuroproteção, o grupo contribui para o avanço científico e para a redução do impacto social dessas condições, que afetam milhões de pessoas no Brasil e no mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Este trabalho reflete o comprometimento do Neurolab com a pesquisa de ponta, sendo apoiado por agências de fomento como FAPEG, CAPES, CNPq e FAPESP, destacando a importância do investimento contínuo em projetos de alto impacto social&lt;/p&gt;
&lt;p style="border: none; padding: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Izidoro Ribeiro R, Almeida Carvalho G, Almeida Chiareli R, Vieira de Assis Lima I, Quaglio Bellozi PM, Oliveira-Lima OC, Oliveira Giacomelli Á, Birbrair A, Santiago Gomez R, Pinheiro de Oliveira AC, Ulrich H, Cunha Xavier Pinto M. Glycine transporter-1 inhibition by NFPS promotes neuroprotection against striatal damage models. Neurosci Lett. 2024 Mar 15;826:137715. doi: 10.1016/j.neulet.2024.137715.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 14:36:14 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/185429-pesquisa-aponta-novo-caminho-para-proteger-o-cerebro-em-casos-de-doenca-de-parkinson</link>
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      <title>Estudo Destaca os Desafios de Seletividade da Bitopertina</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="fármacos" title="fármacos" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/Figura_de_seletividade_de_f%C3%A1rmacos_.webp?1729531789" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás, sob a coordenação do Prof. Dr. Mauro Cunha Xavier Pinto, realizaram um estudo in silico para avaliar as interações da bitopertina, um inibidor do transportador de glicina tipo 1 (GlyT1), dentro da família de transportadores SLC6, que inclui o GlyT2, PROT e DAT. O GlyT1 é considerado um alvo terapêutico relevante para o tratamento de distúrbios neurológicos, como esquizofrenia e doença de Parkinson, devido ao seu papel na modulação da neurotransmissão glutamatérgica. O estudo buscou compreender o espectro de ação da bitopertina e seu potencial de interação com diferentes transportadores, além de avaliar a eficácia e os possíveis efeitos colaterais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Os resultados indicaram que a bitopertina não interage apenas com o GlyT1, mas também apresenta afinidade significativa com GlyT2 e PROT. Essas interações foram observadas em regiões de ligação semelhantes, sugerindo um perfil farmacológico mais amplo do que o inicialmente esperado. Essa falta de seletividade pode explicar o desempenho insatisfatório da bitopertina em ensaios clínicos para esquizofrenia, já que a interação com múltiplos transportadores pode gerar efeitos off-target indesejados ou reduzir a eficácia no tratamento do transtorno específico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;A questão da seletividade de fármacos é fundamental no desenvolvimento de novas terapias. Enquanto fármacos de ampla ação, como a bitopertina, podem oferecer vantagens em certas situações, eles também aumentam o risco de efeitos colaterais e complicações. A seletividade aprimorada é desejável para garantir que o fármaco atue de maneira mais precisa no alvo terapêutico, reduzindo interações indesejadas e maximizando o efeito terapêutico. Neste contexto, a bitopertina serve como um caso de estudo para a necessidade de refinamento estrutural e funcional em inibidores de GlyT1, visando maior especificidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;A pesquisa também destacou o potencial da bitopertina em condições além da esquizofrenia, incluindo a doença de Parkinson, onde a modulação de transportadores como GlyT2 e PROT pode ter efeitos benéficos. No entanto, para otimizar seu uso, é essencial desenvolver versões do fármaco com maior afinidade específica para o GlyT1, diminuindo a probabilidade de interações com outros transportadores que possam comprometer o tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Aptos',sans-serif;"&gt;O estudo foi realizado com o apoio de agências de fomento como FAPEG, CAPES, CNPq e FAPEMIG. Ele representa um passo importante na busca por terapias mais eficazes e seguras para distúrbios neurológicos, ao destacar a importância da seletividade no desenvolvimento de novos fármacos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Aptos',sans-serif;"&gt;de Carvalho GA, Tambwe PM, Nascimento LRC, Campos BKP, Chiareli RA, Junior GPN, Menegatti R, Gomez RS, Pinto MCX. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Aptos',sans-serif;"&gt;In silico evidence of bitopertin's broad interactions within the SLC6 transporter family. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Aptos',sans-serif;"&gt;J Pharm Pharmacol. 2024 Sep 3;76(9):1199-1211. doi: 10.1093/jpp/rgae051.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 14:34:21 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/185428-estudo-destaca-os-desafios-de-seletividade-da-bitopertina</link>
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      <title>Novo Estudo Aponta Inibição do Transportador de L-Prolina como Estratégia Promissora para Tratamento do AVC Isquêmico</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="lqfm" title="lqfm" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/MCAO_-_LQFM.webp?1729531815" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás, sob a coordenação do Prof. Dr. Mauro Cunha Xavier Pinto, conduziram um estudo sobre a inibição do transportador de L-prolina (PROT/SLC6A7), explorando seu potencial terapêutico para o tratamento do acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. O foco do estudo foi o composto LQFM215, projetado para inibir a captação de L-prolina no cérebro, que desempenha um papel na modulação da neurotransmissão glutamatérgica e na excitotoxicidade, um fator central na morte neuronal durante o AVC.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;Os resultados mostraram que o LQFM215 promoveu neuroproteção em modelos de AVC, reduzindo significativamente a área de infarto e preservando o desempenho motor dos animais. O pré-tratamento com LQFM215 antes da indução do modelo de oclusão permanente da artéria cerebral média (MCAO) resultou em menor dano cerebral e melhor recuperação motora, quando comparado ao grupo controle. Isso indica que o LQFM215 pode ter potencial terapêutico tanto na prevenção quanto no reparo de danos neurológicos após um AVC isquêmico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; border: none; padding: 0cm;"&gt;O alvo terapêutico do estudo, o transportador de L-prolina, está intimamente ligado à ativação do receptor NMDA, um receptor glutamatérgico envolvido na excitotoxicidade durante o AVC. A inibição do PROT por LQFM215 leva ao aumento dos níveis de prolina na fenda sináptica, o que pode facilitar a função do receptor NMDA de forma controlada, promovendo efeitos neuroprotetores sem desencadear a excitotoxicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Aptos',sans-serif;"&gt;A relevância deste estudo para o desenvolvimento de novos fármacos é significativa, pois o PROT representa um alvo terapêutico promissor ainda pouco explorado no tratamento de doenças neurológicas. A modulação desse transportador pode abrir novas vias para intervenções mais eficazes no AVC, uma das principais causas de mortalidade e incapacidade no mundo. Este avanço pode contribuir para terapias que não apenas previnam o dano cerebral agudo, mas também promovam o reparo e a recuperação funcional dos pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Carvalho GA, Chiareli RA, Marques BL, Parreira RC, de Souza Gil E, de Carvalho FS, da Rocha ALB, Silva RR, Noël F, Vaz BG, Lião LM, Ahmad S, Verli H, Menegatti R, Pinto MCX. &lt;/em&gt;&lt;em&gt;L-proline transporter inhibitor (LQFM215) promotes neuroprotection in ischemic stroke. Pharmacol Rep. 2023 Apr;75(2):276-292. doi: 10.1007/s43440-023-00451-x.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 14:32:50 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/185427-novo-estudo-aponta-inibicao-do-transportador-de-l-prolina-como-estrategia-promissora-para-tratamento-do-avc-isquemico</link>
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      <title>Novo inibidor do transportador de prolina apresenta efeitos antipsicóticos em modelo de esquizofrenia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="sdsd" title="sdsd" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/WhatsApp_Image_2023-09-11_at_12.20.45.jpeg?1694460116" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;Pesquisadores brasileiros e alemães publicaram um artigo na respeitável revista &lt;em&gt;Neurochemical Research&lt;/em&gt;, descrevendo uma pesquisa que revelou uma nova direção promissora na compreensão da esquizofrenia. Sob a liderança do Dr. Mauro C. X. Pinto da Universidade Federal de Goiás, esta investigação identificou um alvo terapêutico inovador para o tratamento da esquizofrenia, centrando-se na modulação dos transportadores de prolina e seu impacto potencial na neurotransmissão glutamatérgica. O estudo demonstra que a inibição dos transportadores de prolina pode influenciar positivamente a neurotransmissão glutamatérgica e reduzir sintomas psicóticos em modelos animais de esquizofrenia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;A esquizofrenia é uma condição mental significativa que afeta aproximadamente 1% da população mundial. Os sintomas incluem alucinações, delírios, pensamento desorganizado e sintomas negativos, como apatia e falta de emoção. Apesar das opções terapêuticas já existentes, muitos pacientes enfrentam desafios na resposta ao tratamento ou sofrem efeitos colaterais substanciais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;A pesquisa liderada pelo Dr. Pinto identificou um composto denominado LQFM215, que seletivamente inibe os transportadores de prolina, proteínas reguladoras da concentração de prolina, um aminoácido com influência na neurotransmissão glutamatérgica. A inibição desses transportadores tem o potencial de aumentar a disponibilidade de prolina, o que pode contribuir para melhorar a neurotransmissão glutamatérgica e atenuar sintomas psicóticos negativos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;O LQFM215 passou por validação como inibidor de transportador de prolina por meio de análise de dinâmica molecular &lt;em&gt;in silico&lt;/em&gt;. Além disso, o estudo avaliou a citotoxicidade do LQFM215 em células humanas, concluindo que o inibidor demonstrou neurotoxicidade negligenciável quando as células astrocitárias foram co-cultivadas com neurônios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;O LQFM215 foi testado com sucesso em modelos murinos de esquizofrenia, demonstrando uma redução significativa nos sintomas negativos da doença. No entanto, é importante ressaltar que são necessárias pesquisas adicionais para determinar a eficácia e segurança desse composto em seres humanos. O desenvolvimento de tratamentos eficazes para a esquizofrenia é um processo complexo e demorado, e há um longo caminho a ser percorrido antes que novas terapias possam ser consideradas uma opção viável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;Esta descoberta representa um avanço promissor no entendimento da esquizofrenia, com potencial para impulsionar o desenvolvimento de abordagens terapêuticas inovadoras no futuro. No entanto, é fundamental manter expectativas realistas e reconhecer que a pesquisa científica é um processo gradual e cauteloso. Enfatizamos também a importância de pesquisas adicionais para avaliar a seletividade do composto em relação a outros transportadores de prolina e membros da família SLC6, bem como estudos toxicológicos para compreender as possíveis implicações da inibição dos transportadores de prolina em órgãos periféricos e no metabolismo animal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;Este estudo foi financiado por várias organizações, incluindo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Brasil, bem como a Fundação Alexander von Humboldt da Alemanha e o programa de pesquisa e inovação Horizon 2020 da União Europeia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;Link para o artigo: &lt;a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11064-023-04018-3"&gt;https://link.springer.com/article/10.1007/s11064-023-04018-3&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman',serif;"&gt;Referencia do artigo: Carvalho GA, Chiareli RA, Pedrazzi JFC, Silva-Amaral D, da Rocha ALB, Oliveira-Lima OC, Lião LM, de Souza-Fagundes EM, Schildknecht S, Leist M, Del-Bel EA, Gomez RS, Birbrair A, Menegatti R, Pinto MCX. Novel Proline Transporter Inhibitor (LQFM215) Presents Antipsychotic Effect in Ketamine Model of Schizophrenia. Neurochem Res. 2023 Sep 9. doi: 10.1007/s11064-023-04018-3.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 Sep 2023 16:23:54 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/174120-novo-inibidor-do-transportador-de-prolina-apresenta-efeitos-antipsicoticos-em-modelo-de-esquizofrenia</link>
      <guid>https://neurolab.icb.ufg.br/n/174120-novo-inibidor-do-transportador-de-prolina-apresenta-efeitos-antipsicoticos-em-modelo-de-esquizofrenia</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Neurolab abre vaga para Pós Doutorado com bolsa!</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logo 2" title="Logo 2" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/logo.jpg?1659754889" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O laboratório de Neurofarmacologia e Neuroquímica da Universidade Federal de Goiás abre vaga com bolsa para pesquisador Pós Doutorado!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;https://www.linkedin.com/jobs/view/3662649647&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade de Pós-Doutorado em Farmacologia e Bioquímica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos buscando um pesquisador de pós-doutorado altamente qualificado para se juntar à nossa equipe de pesquisa. O candidato ideal deve ter habilidades avançadas em inglês instrumental, estatística descritiva e análise multivariada. Experiência em estudos nas áreas de farmacologia, bioquímica e/ou patologia é essencial, assim como a capacidade de se expressar de forma eficaz em português e inglês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Responsabilidades:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Condução de experimentos com animais experimentais (ratos e camundongos);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utilização de técnicas como imunofluorescência, western blot, RT-PCR;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Preparação de amostras para análises proteômicas e metabolômicas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Requisitos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Formação em Farmácia ou Biomedicina;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Doutorado em Ciências Biológicas ou Ciências Farmacêuticas (ou áreas afins);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Experiência em estudos de descoberta e desenvolvimento de novos fármacos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Conhecimento de redação de patentes (diferencial)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Benefícios:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Bolsa de pós-doutorado no valor de R$ 5200,00&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Agência de fomento: FAPEG&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você é um profissional motivado, proativo e responsável, com interesse em publicações de alto impacto, envie seu currículo, carta de apresentação e referências para pintomcx@ufg.br . Aguardamos seu contato e esperamos recebê-lo(a) em nossa equipe de pesquisa de excelência.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 14 Jul 2023 10:11:33 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/172015-neurolab-abre-vaga-para-pos-doutorado-com-bolsa</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Aluna do Neurolab é homenageada no CONSUNI2022</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="premiação Rebeca " title="premiação Rebeca " src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/_DSC0795.jpg?1678379847" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/_DSC0795.jpg" alt="premiação Rebeca " width="331" height="403" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   A iniciação científica é um programa que permite aos estudantes de graduação envolver-se em projetos de pesquisa sob a orientação de um professor. É uma oportunidade para o aluno desenvolver habilidades em diversas áreas, como pesquisa bibliográfica, coleta e análise de dados, redação científica e apresentação oral.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Essas habilidades são úteis não apenas na carreira acadêmica, mas também em outras áreas. Os projetos de iniciação científica muitas vezes geram resultados que podem ser publicados em revistas científicas e contribuir para o avanço do conhecimento em uma determinada área.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   No dia 25 de novembro de 2022 ocorreu o 19º CONPEEX, Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão, principal evento acadêmico da UFG, realizado anualmente e tem como objetivo a divulgação da produção acadêmica, científica e cultural da instituição.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   O laboratório de Neurofarmacologia e Neuroquímica (Neurolab) foi representado pela aluna de iniciação científica Rebeca Amorim Pires, que apresentou o trabalho intitulado: Avaliação do efeito neuroprotetor do ácido decanóico em modelo animal de isquemia cerebral. Sua pesquisa teve como objetivo padronizar o modelo de isquemia cerebral por oclusão da artéria cerebral média (MCAO) em camundongos da linhagem Swiss para o estudo da isquemia cerebral, e estudar o efeito do tratamento com ácido decanóico no déficit cognitivo desses animais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   O trabalho foi premiado, e a homenagem à discente ocorreu no dia 24 de fevereiro de 2023 durante o evento CONSUNI2022. É com grande satisfação que vemos o reconhecimento do esforço e dedicação da discente Rebeca Amorim Pires para alcançar excelência em sua pesquisa.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Mar 2023 13:44:02 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/165919-aluna-do-neurolab-e-homenageada-no-consuni2022</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Siga a página do Neurolab no instagram!</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logo 2" title="Logo 2" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/logo.jpg?1659754889" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;https://www.instagram.com/neurolab_ufg/&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.instagram.com/neurolab_ufg/"&gt;Original&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 27 Jan 2023 13:38:41 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/164447-siga-a-pagina-do-neurolab-no-instagram</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Neurolab com vagas abertas para alunos!</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Neurolab chamada" title="Neurolab chamada" src="http://neurolab.icb.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1345/o/Neurolab2.jpg?1668225649" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Neurolab está com vagas abertas para alunos!&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Neurolab está com vagas abertas para alunos!&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 12 Nov 2022 01:03:09 -0300</pubDate>
      <link>https://neurolab.icb.ufg.br/n/162095-neurolab-com-vagas-abertas-para-alunos</link>
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